Uma alma mendiga
Sem luz, sem força
Tinha tudo para reluzir a vida
Mas trancou-se em sua redoma

Uma riqueza nas mãos
Com pendentes de grande valia
Entendimento, alacridade e compreensão
E a tão divina sabedoria

Eu vejo as almas famintas
E com sede da verdade
Caídas sofrendo a míngua
Mas não buscam a liberdade

Todos tem a capacidade
De mudar o rumo e a direção
Seguir o sentido da vida
Vereda trilhada no coração

As funções da consciência
É que nos fazem termos ações
Pensar, raciocinar e agir
Para enfrentarmos as situações

Não adianta ter bens provisórios
Se tua alma se faz tão pequena
A pobreza de espírito é seu opróbrio
E os maus pensamentos aumentam sua pena

Já é hora de levantar-se
E tuas portas escancarar
Ampliar sua visão
E deixar a vida te alimentar

Terás a força de um leão
E tua alma será salutar
As primícias do verdadeiro amor
No seu interno irão brotar

Muitas virtudes transbordarão
De forma serena e sútil
Palavras firmes que sustentarão
As consciências sobre o alcantil

Por Michele Mi♥️
Tema: Márcia Rocher – Apucarana/Paraná

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