O que impulsiona a criação humana a concretizar algo que queira é o querer em ver tal realização, é a satisfação, o prazer do gozo da conquista e também a admiração nos olhos dos que observam. O patamar de grandeza, os adjetivos atribuídos a tal ação fazem com que o ego cresça, incha feito a reação do fermento, entretanto de igual fugaz. Para o mundo carnal o que caracteriza-se de valor, são as conquistas e o legado que cada um deixará de herança para a humanidade, importando somente o aqui e o agora. Eis a razão por que não há interesse e classificam como enfadonho a busca pela razão de suas vidas e demonstram isso em suas maneiras de reagir quando o assunto é colocado em pauta, ou seja, desconversam, abaixam a cabeça, emudecem, fogem do embate dos olhos ou mudam de assunto. A questão mais pertinente de suas breves vidas é tratada de forma desinteressada e com isso perdem a chance, a única chance de salvação para suas consciências, haja visto que a carne tornará ao pó. Enfim, o propósito de Deus e sua realização é de modo introspectivo onde quem se evidencia é Cristo!

Por Loir Xavier