A imprudência está visivelmente presente no cotidiano de todas as consciências. O excesso de confiança em si encaminha- as à cometerem atos imprudentes, ou seja, impensados. Mas o maior e irremediável ato de imprudência que uma consciência pode cometer contra si mesmo é o de ignorar sua vida eterna. É o de cometer um atentado contra a própria vida por falta de busca e aceitação da verdade, ou por ignorá-la. É bater o martelo e declarar sua própria sentença condenatória.

E mais ainda é chegar ao pleno conhecimento do caminho para a vida infinda e ficar com passos titubeantes, incertos, inseguros. E não digo isso de outras consciências, mas da minha própria, pois é a mim que devo analisar e corrigir. Sou eu quem tenho que ser prudente e apresentar atos dignos de tornar-me merecedora em ser o templo do espírito santo de Deus, o meu senhor. Sou eu quem devo me adornar de coragem e derrubar por terra os gigantes carnais que teimam em ficar de pé em minha consciência. Sou eu quem devo refrear, tirar, aniquilar qualquer ato imprudente que me afasta de Deus e buscar sem nada temer a vida eterna espiritual prometida aos que Dele se fizerem Seus!

Por Loir Xavier