Termo comumente usado para a ação de desfazer-se do que não oferece proveito algum, vantagem e/ou benefício. O mundo hoje, as consciências, tratam tudo como descartável, até e principalmente as relações humanas.
Pois bem, estamos dentro de um propósito e temos em nós duas existências: uma carnal, a outra espiritual e também temos uma consciência! Sabemos que a existência carnal foi necessária para que produzíssemos a consciência, mas que esta existência é totalmente descartável, pois “para mais nada se aproveita”. Sabemos também que chegará para cada humano, o seu dia final! O dia em que o espírito, que é a existência que permanece voltará a Deus e a carne, existência cujo qual todos agregam total valor, tornará ao pó, sendo descartada. O espírito em nós é uma porção do Criador que veio para nos dar vida e também para nos conduzir até a vida abundante e eterna, sendo assim o nosso corpo eterno. E isso se dá através da consciência que produzimos, que é o fruto almejado por Deus. Dentro desse contexto, há ainda dentro do propósito a condição em que a consciência é que será descartada e jogada no lixo eterno se não cumprir com a realização do propósito em si, ou seja, proceder de acordo com a vontade do Altíssimo, desligando-se totalmente da carne e vivendo por Seu espírito, este sendo soberano nela. Porém, essa condição é a própria consciência que aplica em si mesma por não buscar a realização do propósito, que é para todos indistintamente. E não haverá como todos pensam perdão, misericórdia, amor incondicional ou segunda chance. O propósito de Deus é implacável e igual para todos, se a consciência o cumprir herdará o galardão eterno. Se não, assim como a carne, tornar-se-á descartável pois para Deus esta não tem proveito algum!

Por Loir Xavier