Todas as pessoas traçam seus objetivos de conquistas na vida carnal e partem para suas realizações. Correm freneticamente, enfrentam obstáculos e os ultrapassam, se não de uma forma mas de outra, para alcançar a tão desejada conquista. Tudo parte do desejo de querer realizar, que é crescente dentro de suas consciências. É algo que se deseja ardentemente e que os toma por completo.
Esse desejo pode se tratar desde algo simples, aos olhos de alguns, como grandioso aos olhos de outros, a importância e ou a grandeza parte do valor que a própria consciência o dá. Mas o sabor da realização, já começa desde o momento que a consciência dispõe-se em ir e conquistar. Obviamente que para que a tal concretize-se é fundamental não medir esforços e com afinco, avançar passo a passo rumo ao objetivo e o agir só depende da própria consciência.
Pois bem, estamos dentro de um propósito que culmina na vida eterna espiritual junto a Deus.
Fomos inseminados, gestados e um dia aqui nascemos, crescemos e a medida do crescimento produzimos a consciência e foi para isso que fomos criados, com o objetivo de que o espírito de Deus que está em nós pela vida, desde o sêmen, fosse manifestado por esta consciência, tornando-se em um, até que no dia final voltássemos com ele para o corpo Eterno, aumentando a glória de Deus, o Pai! Porém, a criação não cumpriu e não cumpre com sua função, preferindo as concupiscências instaladas pelo engano, fundindo-se a carne que morre e torna ao pó. Sendo assim, para se chegar a condição de filho e herdeiro do reino, é preciso nascer de novo, como disse Jesus a Nicodemos.
E o nascer de novo implica em tornar a consciência, que é o desejo de Deus e portanto eterna, em uma joia lapidada, preciosa, de valor inestimável, a fim de pertencer ao relicário de Deus. Para tanto, é de suma importância que a consciência busque realizar-se como tal e para que isso se dê, tudo deve partir da mesma, do seu querer, da importância e relevância que a eternidade com vida tem para si. Em suma, tudo deve partir de cada um, de você…de mim!
Por Loir Xavier