Para que não saia dos lábios falsa adoração, pois adora-se de forma completa, não apenas em momentos surgidos pelo sentimento de euforia por julgar estar na presença do Altíssimo. A adoração não deve ser fundamentada na empolgação de movimentos, ritmos e palavras entoadas, mas de uma consciência certa da verdade e verdadeiramente entregue ao espírito. Senão será apenas para alimentar o ego e oferecer espetáculo aos olhos carnais, pois Deus somente recebe o que é oferecido pela consciência que anda segundo Seu propósito, que realiza a função para a qual foi produzida, para tanto há que se ter conhecimento e entendimento Dele. A adoração verdadeira é aquela que não é condicionada à lugar, mas ao estado da consciência repleta do espírito, que gera atos de obediência, de discernimento, de transformação, de cura!

Por Loir Xavier