Absurdo! Palavra etimologicamente derivada do latim erudito “absurdus” que significa “o que é desagradável ao ouvido”, “o que é incompreensível”, também é segundo o dicionário algo que foge a lógica, a razão, sem sentido, incoerente, que é destituído de propósito ou sensatez.
O que você vê de absurdo no que nós falamos? Uma pergunta um tanto quanto esdrúxula, afinal como diz um dito popular “ninguém mora no absurdo”! Porém, partindo desse pressuposto e ao analisar o quadro em que encontram-se as consciências, diante da verdade de Deus, da qual hoje tenho ciência, vejo que bilhões moram no absurdo e até tempos atrás também eu estava lá, pois foge da lógica, da razão.

O absurdo se nutri e faz pela junção de vários fatores: tradição, indução, crença, comodismo, querer, dentre outros. Livrar-se do absurdo e cruzar a ponte para a verdade, requer disposição para o raciocínio, para a compreensão, o entendimento, a aceitação e a acomodação da verdade de Deus na consciência. Então, como dizer ou pensar ser absurdo aquilo que se vê, que se encaixa perfeitamente, que preenche o coração?
Estamos dentro de um propósito, idealizado e projetado por Deus, com leis e princípios, as quais regem todas as fases da vida. Diante de tal afirmação e da pergunta feita, devo dizer que sou eu quem tenho e devo me adequar a ele, cumprindo-o em minha consciência.

Eu sou a criação, portanto devo realizar a função para a qual fui criada. Não, não há absurdo algum, afinal o entendimento do proceder de cada consciência, o que deve ou não deve fazer, não vem de Homens, mas da luz do espírito santo de Deus em nós. A escolha sim, parte de cada consciência, sabendo de antemão que sofrerá as consequências.
Foi dito que “a verdade de Deus é loucura para os Homens”, por isso é incompreensível, desagradável aos ouvidos e o absurdo continua abarrotado e ceifando as consciências com seus enganos!

Por Loir Xavier