Falar sobre o que está patente aos olhos torna-se cansativo, porém necessário. Em todas as direções em que alcança a vista nos deparamos com fardos pesados, testas franzidas, sorrisos frigidos, olhares sem ânimo. São prisioneiros carnais, pobres mortais dão sua vida ao que morre, atrelados à tão vil domínio. É preciso anunciar, bradar, em todos os cantos falar que no espírito está a liberdade, o prazer, o viver. Ele é o caminho, a continuação da vida. Que é tempo de despertar, a consciência manifestar, que há um propósito à realizar, um caminho para trilhar, vida eterna para alcançar e do céu desfrutar se a ele se entregar.

Por Loir Xavier