Não trata-se de um conto, mas de um canto, um lugar plaino onde havia um plano. Viver eterno, um paraíso interno, nada que esteja no externo traz ao imo o que é terno. Uma historia por muitos contada, mas que hoje é super atual, trata-se de uma metáfora cantada pelo ser divinal. Algo transcendental, duas árvores distintas, uma trazia o fruto do bem e do mal e a outra o fruto da vida incontida. Deus fez Sua criação e colocou-a no meio do Seu paraíso, pediu sua atenção, e ordenou que tivesse juízo. Em alto e bom tom disse-lhe: Qualquer fruto desta planície podes comer a vontade, só não coma por tolice o fruto desta específica árvore. A qual trazia o fruto que traria o conhecimento, dos males que há neste mundo e junto dele seus tormentos. Porém sempre foi assim e assim sempre será, a desobediência sem fim à alma fez-se enlaçar. Pela serpente do engano sua mulher corrompeu-se, com pensamentos insanos, veio a ensoberbecer-se. Dizendo-lhe que o tal fruto, dariam-lhe poderes, semelhantes aos do Dono de tudo e sem culpa o foram comer. Então Deus voltou ao jardim na expectativa de encontrá-los bem, porém sentiram-se nus pelo ato que não os convém. Logo percebera que haviam cometido o delito, e ao invés de assumirem seus erros, tentaram esconder os indícios, acusando o próprio Deus por ter criado a serpente, quando não, culpou a mulher dizendo que ela o fez ser desobediente. Se tivessem arrependidos Deus os perdoaria, mas no entanto os expeliu, antes que comessem do fruto da vida. Quem erra uma vez erra duas, e o maior erro é não assumir, a consciência que é pura, consegue entender, distinguir. Isto é uma alegoria ditada pelo Autor da vida, a qual nos mostra e ensina que o arrepender-se é o que tem valia. O fruto que não devemos comer é a nossa própria consciência, esta sim deve servir ao senhor e o temer, andando em diligência e prudência. A obediência a Deus é o princípio da sabedoria, somente Ele nos dá a ciência de adentrarmos a Sua fase infinda. Aquele que o obedecer e entregar-se de coração há de comer do fruto da vida o qual nos dá por Sua própria mão.

Por Patricia Campos