Não se mede o amor, quem o tem, dá a quem quer receber e este vindo de Deus não se compartilha por medida, por escolhas, mas se doa a todos com igualdade e simplicidade. O amor é o mais puro sentimento da compreensão, e sabemos que neste mundo em que vivemos não o encontramos por aí, pois nenhum coração sente ou conhece essa pureza que é extraída do relicário de Deus. Falar de tudo isto é uma coisa, mas, e o sentir de verdade, será que venho vivendo isto em mim? Será que tenho esse amor limpo e lindo? Será que estou plantando a semente do amor em meu jardim? Será que vejo mudanças em minha terra? É simples escrever coisas belas! Falar o que entendemos, o que sentimos, mas, e viver o que falamos, será que vivo em mim? O amor não é você olhar sorrindo para o lado e do outro fazer cara feia, a medida precisa ser igual para todos, porque se eu faço acepções de pessoas, de onde vem esse dito “amor”? Na verdade, nem chega a ser amor! Eu vejo em mim que para extrair esse amor verdadeiro de dentro do meu coração, primeiro eu preciso buscar em Deus o seu amor, depois amá-lo com todo o meu saber e por último me amar, daí sim terei o que oferecer a quem não o tem ou conhece o amor que vem de Deus.

No senhor não existe medida, pedaços ou metade, tudo é igual, o amor e o sentimento são próximos um do outro, mas para os dois andarem juntos é preciso compreender e sentir, fazendo-se assim uma união perfeita e quente…

 

Por Maria Lúcia