Nosso pai produziu o nosso sêmen, coabitou com a nossa mãe, o nosso sêmen adentrou o óvulo da nossa mãe, se transformou, e na estatura completa de ser humano, nascemos aqui. Mesmo neste processo estávamos no inconsciente, pois até então ainda não tínhamos produzido a nossa consciência, mas lutamos pelo instinto, mesmo no inconsciente pela vida. Nascemos, crescemos e produzimos a nossa consciência, quebramos o infinito em duas eternidades, uma no inconsciente para trás e outra agora consciente para frente. Esta consciência que produzimos não morre, e tudo que se mostra a nós produzimos consciência, e o que não temos consciência está no infinito.


Através deste nosso corpo material que produzimos a consciência, e o mais interessante ainda é produzirmos consciência da consciência, pois desta forma estudaremos a própria consciência que produzimos, através de suas funções podemos viajar muito longe nos pensamentos e chegarmos a muitas conclusões óbvias da razão da nossa existência, chegarmos a complexidade da própria consciência que produzimos, e desbravarmos muitas coisas que concernem a nossa razão de existir. Dentro da nossa consciência cabe o reino de Deus, por isso já foi dito isso antes a consciência de Abraão: toda esta terra que vês te darei por herança.

Todo conhecimento de Deus que adquirirmos é o que herdaremos, e o mais interessante é que não tem um fim de conhecimento, mas cada vez que raciocinamos, mais coisas vamos enxergando.
Uma sabedoria sem igual, transcendental, isso porque ainda estamos neste plano, mas se a consciência transpor de planos pelo espírito, ela produzirá consciência de tudo do plano espiritual, no seu campo físico, e desta forma a consciência só tende a crescer mais e mais, por isso se diz, que a nossa consciência pelo espírito se faz uma célula viva para o aumento do corpo de Deus, pois será uma luz a mais para iluminar e refletir toda a magnitude de Deus.

Por Kátia