Compartilhamos o mesmo teto com a cor do infinito, ele muda de tom para mostrar as estrelas, mas não muda o seu tipo. E foi nesta esfera no meio desta era, que chegamos em uma grande compreensão, que irmãos verdadeiros não são os de sangue e sim os nascidos do coração. Não que todos não possam ser, por isto a lei é clara, estamos dentro de um propósito para que as nossas consciências troquem de ser, e nos vejamos do outro lado. A distância não nos deixa longe, pois o espírito é quem nos completa, pois aquilo que cada célula sente, no corpo é manifesto. É uma relação de afeto, de grande estima em cima sempre do que é correto, para não nos perdermos na eternidade.

Por Lauro Balbino