Deus, o nosso Criador, sabe do que precisamos para sobrevivermos na carne, tanto sabe que já criou toda uma infraestrutura para isto. Mas o objetivo de Deus não somos nós na carne, mas sim a consciência que produzimos como criação. Deus não nos criou na carne para que vivêssemos por ela, mas a consciência que produzimos deve reconhecer o seu espírito, que Ele nos assentou pela vida e andarmos por ele, pois este espírito será o nosso corpo eterno. Nós temos que fazer como Oséias disse: conheçamos e prossigamos em conhecer ao senhor, porque a sua vinda é certa.

Lembrando que estamos dentro de um propósito, e o processo é este, desligar as nossas consciências da carne que a produziu e liga-la ao espírito de Deus pela vida. Estamos trocando de ser por nossas consciências. Assim como um dia fomos um sêmen, e passamos por uma metamorfose e nos transformamos em seres humanos, assim também devemos agora passar por outra metamorfose e nos transformarmos em seres espirituais. Trata-se de todo um trajeto, onde saímos do nada e vamos chegar a condição de Deus. Mas assim como na primeira fase se perderam bilhões e bilhões de sêmens que não chegaram a fase de ser humano, assim também é agora, bilhões e bilhões de consciências não chegarão a fase espiritual e vão se perder no vazio eterno. Não que seja impossível esta proeza, mas as consciências se perderão por elas mesmas.

Lembra da porta estreita e do caminho apertado que Jesus falou? Pois é, a porta estreita é a do entendimento, que ninguém passa por ela, e o caminho apertado é o da metamorfose, que ninguém anda por ele. Mas as consciências destemidas, determinadas a vida eterna e que sabem que a vida está no espírito e andam por ele, chegam a vida eterna. Tem que virar a cara para este mundo, ser decidida e andar como Moisés, que ficou firme como que vendo o invisível. Mas as consciências que ficarem vendo o que vão perder neste mundo, vão acabar perdendo mesmo e ainda cairão no vazio eterno.

Por O teu espírito diz