O ser humano produz a consciência e as funções de raciocinar, formar ideias, ponderar, decidir, agir e manifestar são inerentes a ela. O ser humano vive no meio de uma sociedade e como cada consciência é única, criaram-se leis e costumes para uma consciência não atravessar o direito da outra. A consciência é um complexo estudada até por especialistas, como os psicólogos, os psiquiatras, os psicanalistas, os terapeutas, e todas estas ciências estudam o comportamento de cada consciência dentro da sociedade, o que chamamos de ética. A produção da consciência pelo ser humano é automática, como um fruto que se produz naturalmente, mas os distúrbios que cada consciência tem são devido a alguma anomalia que causa estes distúrbios. E estes distúrbios são estudados e analisados por especialistas de cada área, assim como o corpo humano que tem vários órgãos que é estudado por cada especialista de cada órgão. Até mesmo a perda de memória é um defeito da consciência, não que a consciência deixa de existir, mas esta anomalia pode ser corrigida.

Mas a anomalia mais contundente que a consciência tem é de não buscar saber a razão da vida, pois a vida é o bem mais precioso que podemos ter. O raciocínio lógico nos diz que a consciência deveria se identificar com a vida, pois esse tesouro já está dentro de todos nós. Então, esta anomalia, como o esquecimento ou perda da memória vem das doenças esquizofrênicas, ou maníacas, ou quando a consciência entra em estado de choque por algum motivo, pela hipnose ou qualquer outro distúrbio mental. Mas estes distúrbios mentais podem ser analisados pela ciência e até corrigido, mas independentemente destes distúrbios, do comportamento delas dentro da sociedade e diante do propósito da vida, a consciência existe. Quem explica uma consciência não buscar a vida para ela? As consciências existem, mas quem explica os problemas que cada uma delas tem? Existem especialistas para cada caso de anomalia da consciência, assim como existem especialistas para cada órgão do corpo humano. Muitas são as causas que fazem o indivíduo perder a memória, como por exemplo: a depressão, alteração no sono, o uso de medicamentos, a hipotireoidismo, infecções, ou doenças neurológicas, como o mal de Alzheimer e a ansiedade que é o mais comum deles.

Por Michele Mi