O nosso corpo é muito complexo e perfeito, como montado a dedo. Isto nos mostra uma sabedoria ímpar e incontestável por detrás do nosso ser. Fora a complexidade do nosso corpo, ele ainda funciona harmoniosamente entre os órgãos, como o aparelho digestivo, respiratório, auditivo, circulatório, reprodutor, a visão e o cérebro que comanda todo o corpo. Os nervos ligam o sentido do tato, e a estrutura óssea que mantém o nosso corpo de pé, as glândulas produzem os hormônios para todas as funções do corpo e até a pele que reveste todo o corpo. A própria carne que modela o corpo e cada órgão tem a sua utilidade para o bem do corpo. O olho, por exemplo, é um órgão dividido em inúmeras partes distintas e que cada uma tem a sua função para que o olho veja perfeitamente. Até as pálpebras servem para lubrificar e limpar o globo ocular. O coração que funciona harmoniosamente com o pulmão para oxigenar e bombear o sangue para todo o corpo.

            E o mais intrigante de tudo isto, é o cérebro, que fora de comandar o corpo é no cérebro também que produzimos a consciência das coisas, isto é, depois que nascemos e passado certo tempo, começamos a produzir a consciência das coisas que nos envolve, ou ainda, passamos a ter ciência das coisas. O raciocínio é um órgão da consciência, que, se acionado, ele liga a consciência ao entendimento das coisas. O raciocínio é o olho do entendimento, por ele vemos as verdades ocultas ao olho da carne. O raciocínio lógico é o encadeamento de pensamentos coesos. Se os pensamentos, do que se quer saber, for coeso, a ideia do enigma será verdadeira, mas se o raciocínio for absurdo, a ideia será falsa. E assim, o ser humano pode chegar ao conhecimento da própria razão pelo olho do raciocínio.