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Vemos ou ouvimos?

Os sentidos se confundem, tudo que era, de repente não viu mais, não ouviu, um sonho narrado com os olhos fechados, imaginário aflorado de um peito raso. Nada via por si, nada tinha por aqui, construiu sua vida em uma ilusão, e seu coração aceitou para poder sorrir, mesmo que falsamente. Já percebi que as mentiras não funcionam, ou vive, ou deixará de existir, então a pergunta que toda, e qualquer casa, deve fazer é: vemos, ou apenas ouvimos? Vivemos, ou fingimos? Quem saberá se não cada um de si? Ouvir é mágico, sim, liberta a mente para viver, mesmo presa, mas viver é extraordinário e verdadeiro, as correntes não tilintam, e as mentiras não serão precisas, mas coibidas, esquecidas, deixadas e enterradas.

Enxergar com os próprios olhos é um processo, um processo que deve ser feito, a busca pelo o que te vive, pelo que pulsa, a busca pelo verdadeiro, pelo herdeiro, herdeiro dos céus, herdeiro de sua alma. Viva ou cairá no abismo, finja e cairá do precipício, agora voe, liberte-se e o céu será seu amigo, os anjos seus aliados, e a grandeza divina ditarão seus passos. Então viva, o que te aprisiona que te sufoca, escute, veja, sinta, toque, ande, liberte-se, então toda mentira cairá aos seus pés, e o único caminho que terá pela frente, será a mais perfeita vontade de viver.

Por Luiza

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