“Em 1972, o matemático e meteorologista Edward Lorenz, estudando os padrões da atmosfera terrestre desenvolveu a teoria do efeito borboleta “ou a teoria do caos”, que sugere que pequenas ações iniciais podem gerar consequências desproporcionais ao longo do tempo. Segundo Lorenz, o bater de asas de uma borboleta no Pacífico pode ser responsável pelo aparecimento de um tufão do outro lado do planeta. “A metáfora é usada para explicar não apenas o clima, mas também o comportamento de sistemas sociais, econômicos e vidas pessoais, onde uma decisão minúscula muda o curso da história.” Ou seja, para toda ação tem uma reação, por isso devem ser criteriosas as nossas escolhas, o nosso “bater de asas”, em qualquer âmbito do nosso breve período de vivência, mas principalmente ao que diz respeito à continuidade da vida, que se encontra no espírito que nos habita, e pelo qual nossa consciência se fará eterna.
Contudo, sabemos que tal entendimento se alcança plenamente com a maturidade, salvo algumas exceções, o que não é prerrogativa para justificativa, mas principalmente com o conhecimento de Deus e Seu propósito para conosco, pois este nos induz a uma vivência diante Dele. Tal conhecimento afeta todo o saber humano, passamos a ver o mundo com os olhos desnudos e centrados na visão da vontade do Senhor. Entretanto, a tarefa é ver-nos de forma assombrosamente clara, nossas lentes devem estar voltadas para o nosso interior, para que as nossas ações sejam em conformidade com o querer do Criador, no desempenhar da função estabelecida, com o intento de tornarmo-nos almas puras. Sim, a eternidade com vida exige dedicação completa e irrestrita, exige confinamento e aplicação do efeito borboleta (meta-mor-fose), pois ou será um transformar ou um eterno gotejar de dores! Somos os próprios meteorologistas e ou matemáticos de nossa existência eterna, cada decisão de hoje define onde será nossa morada eterna!
Por Lo Xavier