É verdade: contra fatos não há argumentos, especialmente quando se trata de dados verdadeiros e concretos. Por mais que alguns tentem manipulá-los, os resultados permanecem os mesmos, sem manipulação, imunes ao tempo e às opiniões alheias. Os fatos são o que são. É gratificante estar em uma roda de conversa, compartilhando reflexões que realmente importam, que oferecem um aprendizado significativo, ao invés de apenas diálogos superficiais e vazios. Nesses momentos, o que se expressa carrega sabedoria. Contudo, é essencial perceber que o conhecimento muitas vezes se limita às convenções da consciência, enquanto deveria nos levar a questionar o propósito de nossa existência. Se utilizássemos essa sabedoria para entender a razão das nossas vidas e a consciência das coisas, certamente não desperdiçariamos tanto conhecimento.
Há três fases da vida, já passamos pela primeira fase de espermatozóide, estamos na segunda fase de ser humano, e por um processo chegaremos à terceira fase, de ser espiritual. Para alcançar essa etapa, sabemos que é necessário deixar para trás o corpo carnal e renascer pelos espírito de nosso Criador. No entanto, quem realmente deseja falar sobre a morte? A resposta é simples: ninguém. As pessoas desejam a presença de Deus, mas hesitam em abrir mão da vida neste mundo para que isso se concretize. Nem mesmo o tempo parece ser capaz de expandir as mentes das consciências, pois muitos se limitam àquilo que está diante de seus olhos, sem se permitir enxergar a grandiosidade que poderia ser alcançada se estivessem alinhados com o propósito do Senhor.
Por Jeane Reis