“É também conhecida como vínculo de captura. Essa condição foi nomeada após um caso de sequestro em Estocolmo, Suécia, em 1973, no qual os reféns desenvolveram sentimentos de simpatia e apoio aos sequestradores. Os principais sintomas da síndrome de Estocolmo são: o desenvolvimento de afeto ou empatia pelo agressor, a hostilidade contra quem tenta ajudar a vítima, a defesa das atitudes do abusador, etc.” Em analogia ao propósito de Deus, considero que todas as consciências sofrem da síndrome de Estocolmo! Foram e são condicionadas e ensinadas, ainda que inconscientemente, a temerem (medo) a Deus, pois se fizerem algo que o desagrada serão punidas, inclusive com ameaças de serem lançadas ao inferno, sendo assim procuram ser boazinhas a seu próprio modo, com o intuito de se safarem das consequências da desobediência, tendo uma visão Dele, tanto de algoz quanto de redentor e claro, sabemos que tal sentimento é causado pela ignorância do conhecimento de quem realmente Ele é, bem como de Seu propósito para com elas. A síndrome de Estocolmo é bem presente nas consciências, haja visto a empatia que estas nutrem pela existência que fenece, ao ponto de defenderem a carne, como um modo de sobrevivência, quando na verdade estão mortas em seus delitos e pecados. São prisioneiros que não querem ser livres, pois embora saibam que “a verdade liberta”, não a buscam de todo coração e entendimento, contentam-se com comichões soprados aos seus ouvidos e que de modo momentâneo, lhes causa prazer.
A síndrome de Estocolmo está presente em nós consciências que dizemos ser conhecedoras do propósito de Deus, pois na maioria das vezes e apesar de saber que a luta não é contra carne e sangue, mas contra o engano, ainda nos deixamos aprisionar pelos sentimentos carnais advindos da existência que deve ser aniquilada. Nutrimos tanto aversão quanto afeição disfarçada de asco, pois de tempos em tempos somos pegos a defender quem quer “nos matar, roubar e destruir”, mantendo o vínculo de captura e sendo atraídos assim de volta a prisão, cuja qual julgávamos estar livres. O engano sempre busca uma forma de nos mostrar escravidão disfarçada de liberdade, contudo nosso irmão Paulo nos adverte dizendo “permaneçam firmes e não se deixem submeter ao jugo da escravidão” e complementa dizendo que foi “para a liberdade que Cristo nos libertou”, mostrando-nos tanto da sabedoria quanto da ciência de Deus. Que se cumpra em nós, consciências, a lei da justiça de Deus!!!
Por Lo Xavier