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Juízo de valor!

Juízo de valor é  uma “avaliação subjetiva sobre algo ou alguém”, ou seja, baseada nas percepções, sentimentos ou opiniões pessoais de uma pessoa, diferentemente do juízo de fato, que descreve as coisas como realmente são. Devemos concordar que o que mais vemos, ou melhor, ouvimos, são consciências emitindo juízo de valor sobre algo, seja em assuntos banais bem como em assuntos morais e éticos, nos quais todos têm uma régua, com a qual atribuem qualidades e determinam valor ou utilidade. Ė um tanto quanto claro, o fato de que o não conhecimento do propósito estabelecido pelo Criador Deus e de tudo que o permeia induz as consciências a formarem um juízo de valor errôneo sobre o motivo principal que pauta a sua própria existência, e que por sua vez envolve a continuidade da vida, sendo esta eterna e espiritual e de como ela se dá. Cada casa, consciência, já estabelece para si uma opinião baseada nas crenças oriundas do ambiente familiar em que nasceu, e vive seu tempo terreno na subjetividade, evita sair da “casinha”, onde tudo já está bem resolvido.

Quando chamados para experimentar do raciocínio lógico e assim estabelecer um juízo de fato, com fatos reais e objetivos, usa do juízo de valor para refutar a verdade patente que se apresenta à sua frente, é como “dar milho aos pombos”, preferem continuar na inércia habitual de suas medíocres vidas, como que usando do jargão de “não trocar o certo pelo duvidoso”, pelo triste fato de estarem fundidos a existência que fenece, que prende, que mata. É mais fácil operar no piloto automático das tradições herdadas do que questionar a realidade emitida pela verdade de Deus, única e libertadora, transformam suas opiniões e sentimentos na verdade absoluta de suas vidas, ignorando os fatos, é mais confortável viver na comodidade da ilusão do que enxergar e enfrentar o desconforto da verdade. Afinal, raciocinar dói, e questionar as próprias bases causa crise existencial, por isso escolhem o conforto da mentira, escolhem a escravidão conhecida à liberdade desconhecida.

Por Lo Xavier