Quantas coisas a se descobrir nas profundezas do oceano, são coisas muito profundas, que nem ao menos sabemos que existem. Devemos mergulhar, mergulhar e mergulhar, senão, não veremos nada do que precisa ser visto.

Ao nascer neste mundo, conforme o tempo foi passando, produzi a minha consciência, e aqui mesmo fui conhecendo todas as coisas daqui. Chegado a um certo tempo, deparei-me com a morte da minha carne e senti algo estranho, pois pensei: nossa! Um dia vou morrer.

Mas um dia foi-me apresentado a razão da vida, me vi como consciência, no começo me enxerguei superficialmente, mas num certo momento me deparei com o profundo da minha consciência. Percebi que teria que mergulhar nas profundezas do meu oceano, para poder enxergar tudo que havia dentro de mim mesma. Todas as minhas intenções, todo o meu querer, tudo que havia lá no fundo do meu âmago, pois a carne teria que ser morta dentro de mim mesma, morta antes mesmo do dia do juízo de Deus.

Parece loucura o que descobrimos, mas é a verdade do propósito da vida, todos produzem a consciência, e todos nós temos que nos ver por ela, pois nós somos a consciência, basta compreendermos o propósito de Deus e tirar a carne de dentro da consciência e inseminar o espírito de Deus dentro dela. Quando passarmos a nos identificar pelo espírito, nos tornaremos uma nova pessoa, a pessoa do céu, pois a consciência é que gera o filho da vida, e a partir daí somos filhos legítimos de Deus.

Mas cada consciência precisa mergulhar no profundo do seu oceano para se deparar consigo mesma e realizar esta grande obra de Deus, para que assim, nasça no céu pelo espírito, um novo nascimento, um novo corpo, em um novo plano.

 

Por Kátia Campos