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Sem atalhos

Um caminho perdido, um tolo vazio, escolhas erradas te levam para o lado sombrio, não enxergam a vida, seus corações, almas perdidas, vivem de ilusões. É triste, porém as consciências só raciocinam para os interesses carnais, deram adeus a vida eterna do espírito, mas deste mundo ninguém larga a mão. Não veem que este mundo é um caldeirão fervente, e as consciências borbulham nele, por não compreenderem que estão dentro de um propósito, pois as miragens do deserto ofuscaram seus olhos e hoje o que se vê é somente a falsa sensação de um dia ter enxergado a verdade, falsa utopia, padecem na rua fria, sem casa, sem moradia, mesmo sendo casa, foi sua própria ruína. Como fazer que enxerguem? Como levar a verdade para os corações?

É sábio dizer que as palavras não valem de nada, e realmente, quando a verdade é vivida, ela não passa despercebida, ela desperta a curiosidade de quem ainda se perde na ilusão, tenho que fazer em mim, cada um tem que fazer por si, pois no final quem estará por nós se não a vida que nos habita? O mundo já está perdido, não há outro fim se não a trágica morte eterna, mas nosso coração temos em mãos, podemos tomar nossas decisões, e quando enxergamos a verdade do porquê estamos no mundo, o próximo passo é lutar para realizá-lo, pois só realizando daremos sequência a nossa existência com a vida, não há outra forma, não há outra saída. Este caminho é reto, sem atalhos, sem curvas, sem pausas, ou se lança nele, ou perderá suas asas, e triste será sua eternidade, corroendo sua história por não ter se entregado a verdade.

Somando nossas luzes