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Soltar os laços

No jardim da vida as consciências estão secas, as suas ações não exalam o cheiro da pureza divina, faltou compreensão nestas mentes vazias, pois os ruídos deste mundo abafam a verdade, e não deixam o silêncio falar, só poderá ouvir o tom da verdade, quando tudo dentro de si, silenciar. As consciências enfrentam suas angústias cativas, suas aflições cavadas por suas próprias mãos, não se enfrentam de verdade, pois isso só conseguiriam encontrar na verdade de Deus, assim como encontrariam o norte no espírito, e também a si mesmas, em sua real e verdadeira identidade de ser, direcionariam seus passos para fora do abismo eterno! Pois é certo que quando a verdade é nítida dentro de nós, não importa a assolação, pois por onde nossos pés estão caminhando temos a plena certeza onde chegaremos, visto que com os olhos do entendimento enxergamos mais claro do que com os olhos da carne, nada furta o seu olhar, não acrescenta e nem se pode tirar, está tudo à vista, tudo às claras, a verdade se mostra como é e não há nada que engane sua alma.

Cada um de nós temos a chance nas mãos, a mudança para ser feita, basta levantar, mudar o estado que está, pois quem sente é a consciência, se for sentimento bom, ela se sente bem, mas se for ruim, ela se sente ruim, então o problema ou a solução não está na outra consciência, mas sim em cada consciência. Ninguém pode tirar a paz de uma consciência, a não ser que ela mesma se entregue aos seus tormentos, este processo é interno, ninguém pode pôr a mão em seu caminho, faça por você que o resto se encaixará, mas quem entende isto? Este mundo já está perdido, ninguém vê a verdade da vida, e muitas vezes, nesta vida, eu me pego a pensar: será que existe algum lugar que eu possa descansar? Pois aqui é só tormentos, e a paz só de ouvir falar, quem não crê em outra vida, só vai se decepcionar, já que o mundo está ruindo, e nada para a alma vai sobrar.

Somando nossas luzes