A minha função dentro do propósito de Deus é preparar as consciências, como Paulo disse, para apresentá-las a um só marido, a saber, a Cristo, que é o espírito que está dentro de cada um de nós. Sou como um obstetra espiritual, a consciência que não quer gerar o filho de Deus nela, tudo bem, dessas eu não preciso cuidar, mas as consciências que querem gerar o filho de Deus pela vida eterna delas, estas sim devo cuidar e exercer minha função, pois essa é a minha área. Se a consciência estiver fora das leis da procriação espiritual, ela não gerará nada de Deus. A lei diz; enquanto a carne estiver de pé na consciência por alguma razão, o Espírito de Deus não se estabelece nela e Paulo classificou alguns sentimentos carnais que tiram a consciência da vida eterna do Espírito, como por exemplo: a ira, o ciúme, a lascívia, a vaidade, a avareza, a ambição, a soberba, a idolatria e sentimentos semelhantes a estes.
O que tira uma consciência do Espírito de Deus não é o fato dela fazer as coisas, mas o fato dela estar ligada às coisas carnais, pois são os sentimentos que ligam a consciência às coisas e são esses sentimentos da carne que cegam a consciência e não a deixa enxergar as coisas amplamente para que não se perca do caminho da vida. A consciência pode fazer as coisas, mas não precisa estar ligadas a elas, como por exemplo, beber um copo de água, ela sente sede e vai beber a água, mas não fica eufórica por isso, faz naturalmente, no automático, desligada da água e é assim que a consciência deve ser em relação a tudo e todos nesse mundo.
Somando nossas luzes